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Turismo Cívico e Arquitetônico

Turismo Cívico e Arquitetônico

Brasília tem o viço de uma jovem cidade. Encanta os visitantes pelas suas comodidades, a sensação de bem estar oriunda da amplidão dos espaços verdes — são mais de 4 milhões de metros quadrados de jardins — , o resplandecente azul do céu e um fantástico pôr-do-sol. E mais: os monumentos, a praticidade das ruas e avenidas largas, o trânsito civilizado. Ou, simplesmente, o jeito de viver daqui, que inclui o direito de fazer as refeições em casa com a família, levar o filho à escola, pagar as próprias contas ou simplesmente estudar. Isso mesmo, Brasília é dona, entre as cidades brasileiras, da maior população de estudantes. Das crianças em idade escolar aos adultos, gente madura, já na terceira idade, ninguém se furta de abraçar a oportunidade de voltar aos bancos escolares, seja em cursos regulares, nas faculdades, para fazer concursos, melhorar de vida, aprender novo idioma, pós-graduação ou completar os estudos interrompidos na juventude.

Usufruir a excelência da cidade requer um naco de sabedoria dos visitantes. Começa por abandonar preconceitos, não querer comparar Brasília com nenhuma outra cidade nem lhe atribuir culpa por erros e acertos da administração pública brasileira. Vencida essa etapa, estará diante da única cidade com menos de 100 anos listada entre os bens da humanidade. Essas informações são indispensáveis ao turista que vai cumprir um roteiro cívico-cultural, oportunidade para descobrir a genialidade da obra do arquiteto Oscar Niemeyer e do urbanista Lúcio Costa, embelezada pelos jardins de Burle Marx, adornada por obras de arte de autores variados, como Athos Bulcão, Bruno Giorgio e Rubem Valentim.

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